O Periquito quer voar

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Não há mal nenhum em um periquito querer voar. Muito pelo contrário. Tanto a ave, quanto o time que tem o animal como símbolo, o santa-cruzense Avenida. Ambos tem o direito de voar. É bem verdade que eu pouco - ou quase nada - acompanho o alviverde. Mas sabe quando a gente tem uma simpatia sei lá de onde pelo time? Talvez seja um pouco de "vamos defender os mais fracos" - já que o arquirrival, Santa Cruz, tem mais tradição e títulos.

Mas o que eu sei é que o Esporte Clube Avenida está na reta final da Segunda Gaúcha e, o melhor, com chances de subir pra elite do futebol rio-grandense. De acordo com o Blog da Dupla, a sublimação do Nida pode ocorrer amanhã, na penúltima rodada do quadrangular final (parênteses para destacar essa expressão: "quadrangular final"; tão elegante, né? Eu gosto) contra o Cerâmica. Pra isso, tem que vencer e torcer pelo empate do outro jogo do quadrangular final, entre Juventus e Brasil-FAR.

Torço para que o Periquito voe. Talvez eu até acompanhe o jogo amanhã, que acontece às 16h no Estádio dos Eucaliptos, ajudando os colegas do esporte do Gaz. Já me prontifiquei. É bom mesmo acompanhar outro time, porque o meu mesmo, tá meio complicado... Espero que o Gordinho Camargo (apelido carinhoso que eu dei pro Julinho Camargo) arrume a casa.


ps: que nenhum avenidense me leia, mas eu também tenho uma simpatia pelo Galo. Morei a vida inteira pertinho do Estádio dos Plátanos... E não me chamem de vira-casaca!

Vai o técnico. Ficará, eternamente, o ídolo

Grêmio de camarote

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Não é que o empate em 1 a 1 com o Vasco e o desperdício de gols por parte do Grêmio tenham ficado em segundo plano. Não é isso. Mas que a mordomia de assistir a um jogo de futebol do camarote é algo que merece destaque - ainda mais porque pude vivenciar isso pela primeira (e espero que não pela última) vez.

O banco estofado, em área coberta (que foi bastante útil, pois choveu bastante no domingo, dia 19 de junho), com serviço de garçom (lógico que eu pedi batata frita) e TV ao fundo, pra conferir os lances duvidosos, além da vista privilegiada, são itens, digamos assim, interessantes.

A barbada foi meu pai quem conseguiu. Ficamos no camarote da Topper, um dos 40 com 10 lugares do Olímpico. Fomos eu, minha irmã Carolina, meu pai e meu tio. Tirando o placar, foi bem divertido. Se o Olímpico fosse mais perto, eu virava sócia e ia em todos os jogos. O calor que emana da Geral do Grêmio é contagiante, não importa onde se esteja dentro do estádio.


Abaixo, alguns cliques que fiz do jogo:




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