Pitel Futebol Clube

Esta seção (criada neste exato momento) é bastante interessante do ponto de vista estético-feminino-futebolisticamente falando. Eu diria que as mulheres hão de gostar do Pitel Futebol Clube.

Para os que não tem conhecimento, pitel significa macho bonito, é uma gíria antiga que eu adorei resgatar. De acordo com o Google, a palavra vem de "petisco", ou seja, é uma gostosura.

Só gostaria de salientar que isso não tem nada de maria-chuteirismo. Digamos que seja apenas uma forma de embelezar o blog. E sem mais explicações, as fotos falam por si.

Começamos com uma pitelada em dobro. A nota divulgada pelo Grêmio hoje, seguida de foto dos irmão Pitel, digo, Fernandes.

O Grêmio contratou o atacante Jonatas Fernandes, 19 anos, irmão de Mário Fernandes. O jogador veio das categorias de base do Corinthians, direto para o Grêmio, e assinou por quatro anos com o Tricolor.

Jô, como é conhecido, tem 1,92m, gosta de atuar dentro da área e segundo ele, tem bastante velocidade e bom chute. O vice-presidente de futebol, Antônio Vicente Martins, brincou com o recém chegado ao Estádio Olímpico. “Hoje tu é conhecido como o irmão do Mário, amanhã, vão começar é chamar o Mário de irmão de Jô”, disse Vicente.



Jonatas e Mário Fernandes

Uma excelente resposta

Fiquei muito feliz ao abrir meu e-mail hoje e ver que um deles estava intitulado: Excelente. Isso porque o remetente era Altemir Hausmann. Mandei o link deste querido blog pra ele e foi disto que ele falou no e-mail que me enviou. Reproduzo o texto dele abaixo, de tão feliz que fiquei.

Pode ser bobagem - afinal, jornalista tem que fazer o seu trabalho bem feito e não precisa se importar com o feedback do case (tsc tsc) - mas eu gosto de saber o que as pessoas pensam do meu trabalho - e melhor ainda quando pensam bem. Os meus amigos Joel Haas e Gelson Pereira também leram na íntegra e elogiaram. Vindo dos bons jornalistas que são, fico mais contente ainda.

Com a palavra, o bandeirinha Altemir Hausmann: 


Minha vida como tu podes imaginar é muito corrida! Eu também pauto ela pela sinceridade. Às vezes pago caro por isso, mas de fato quem quiser ser meu amigo, não abro mão dessa premissa básica. Te confesso que, quando tu me ligou, fiquei um pouco receoso e busquei informações no teu blog, etc... Fiquei preocupado, por que você abrir sua vida assim, escancarada como estou fazendo pra ti, é muito perigoso.

Pois te dei esse voto de confiança e pela "reportagem" que vi no teu blog, confesso que não estou arrependido. Parabéns! Adorei a caricatura. Não sei se tu acreditas em coincidência. Ontem meu filho menor, 6 anos voltou da escola com um tema da internet. Era procurar
uma caricatura. Só achou do Palocci. E hoje abro meu e-mail e tem uma minha. Aliás parabéns ao caricaturista. Posso deixar ele mostrar na escola?

Outra pergunta e até curiosidade! Esse trabalho teu tu vai publicar, ou seja, tornar público?

Sobre o trabalho fora das quatro linhas do campo de futebol

À procura de uma pauta sobre jornalismo esportivo para a disciplina de Jornalismo Especializado, me vi curiosa e tentada a falar sobre o trabalho fora das quatro linhas do campo de futebol. Não falo dos gandulas, mas, sim, dos assistentes de arbitragem, vulgos bandeirinhas. Pra falar da profissão, nada melhor do que ilustrá-la com um exemplo regional. Na hora lembrei do Altemir Hausmann, estrelense convocado para representar o Brasil na última Copa do Mundo, na África.

Bingo! A entrevista com o próprio personagem rendeu e as secundárias também. Creio ter conseguido falar sobre a profissão e ao mesmo tempo contar uma bela história de vida. O resultado entreguei hoje à professora. No entanto, ainda tenho planos de publicá-lo na Revista Exceção ou no Jornal Unicom, caso, óbvio, "comprem" a minha reportagem.

Louca pra divulgar a minha matéria aqui, mas me segurando pra nao me auto-furar (se é que isso existe), vou colocar somente os dois primeiros parágrafos e a ilustração, feita pelo colegaPepe Fontanari, - que ficou brilhante, diga-se de passagem - e uma foto do Altemir ao lado de Roberto Braatz, também auxiliar de Simon no Mundial. Ah, o título vou deixar na curiosidade. Espero comentários!



Braatz e Hausmann em treinamento

Aos 41 anos, Altemir lembra bem de como chegou ao grau máximo da carreira que escolheu aos 19 anos: assistente de arbitragem. A escolha não foi aleatória. O futebol está no sangue da família Hausmann. O falecido pai foi goleiro do amador Oriental, time estrelense, e a mãe, torcedora fanática do Internacional. Foram eles que escolheram dar o pontapé inicial na história do caçula dando nome de craque ao filho. Naquele ano, mais precisamente em 1968, o lateral direito Altemir Marques da Cruz havia ajudado o Grêmio a conquistar o título de hepta campeão gaúcho, ou seja, sete títulos estaduais de maneira ininterrupta.

A vida não foi fácil para os Hausmann. Para ajudar a mãe, o quarteto composto por Crislaine, hoje com 49 anos, Loraine, (47), Eleno, (45) e Altemir tiveram que, desde os 13 anos, conciliar os estudos com o trabalho em uma fábrica de calçados. Um exemplo da dificuldade financeira está estampado nos sorrisos. Como não havia dinheiro para tudo, incluído no que não podiam gastar estava o cuidado dos dentes. Quando as cáries tomavam conta da boca, o único dentista que cabia no bolso da dona Alzi solucionava o problema de forma radical. “Graças a Deus tivemos dinheiro para implantar dentes novos e bonitos, porque o dentista arrancou os quatro dentes da frente de todos nós”, conta Eleno, que também recebeu nome de jogador de futebol, mas, devido aos mais de 2 metros de altura, acabou se tornando jogador de basquete e atualmente atua como professor de Educação Física, além de trabalhar como comentarista esportivo.




Bate-papo com feras do jornalismo esportivo

Não é fácil essa vida de estudante, formanda, repórter, namorada, amiga e monografista (eu que inventei essa palavra), tudo ao mesmo tempo. Mas estou me esforçando ao máximo pra conseguir conciliar tudo e, mais, fazer dar certo.

No meio disso tudo, o que mais me preocupa e, ao mesmo tempo, me empolga é a monografia. A fim de fazer o meu melhor - já que este não era um método essencial ao desenvolvimento do artigo, apenas complementar -, fui a Porto Alegre entrevistar o meu case, digamos assim.

À espera do David Coimbra, fui convidada pelo simpático do Diogo Oliver para sentar numa das cadeiras estofadas em couro da editoria de Esportes. De quebra, conversamos um pouco. Ele lembra da palestra que deu na Unisc, há dois anos, e falamos de jornalismo. Tri legal.

David Coimbra me recebeu pouco depois das 15 horas desta quarta-feira na ilha da editoria de Esportes da Zero Hora. Foi tri legal. Ainda bem que eu fui. Levei meu roteiro de perguntas - obedecendo ao método de entrevista semi-aberta -, mas a entrevista rolou naturalmente, nem precisava do papel. Vai preencher várias lacunas do meu trabalho, como qual o processo produtivo das reportagens durante a Copa de 2010, como ele diferencia reportagem e crônica, além da opinião dele quanto ao uso da literatura pelo jornalismo, claro.


Eu, metida como sou, avistei o Ruy Carlos Ostermann e sugeri uma rápida entrevista - eu já tinha gasto tempo e dinheiro pra ir até lá, por que não aproveitar, né? Bah, que bom que dexei a vergonha de lado. Não é a toa que chamam Ostermann de professor. Ele me deu um banho de conhecimento - mais uma vez, na primeira o foco só não era o esporte. Me falou, principalmente, da sua percepção quanto à evolução do jornalismo esportivo, e nele a linguagem, ao longo dos anos na ZH. Muito legal!


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