Renato Portaluppi comprando uma camisa do Mazembe?

Sempre que a dupla Gre-Nal vem jogar contra a dupla Ave-Cruz, Santa Cruz do Sul fica eletrizada. Eu, ao menos, não perco um jogo dos times locais contra o Grêmio - a exceção foi ontem, pois eu estava de plantão no meu trabalho.

E as histórias são inevitáveis. Meu amigo Joel Haas encontrou uma "daquelas"ontem nos Plátanos, antes do início do jogo em Galo e Grêmio, que terminou em 1 a 1. Melhor ele mesmo contar. Portanto, Crtl C + Ctrl V em um trecho da matéria dele no Gaz. 
 

A passagem do Grêmio por Santa Cruz e suas histórias

Pela tarde, desde o meio-dia, comerciantes e vendedores ambulantes transformaram a esquina da Gaspar Silveira Martins com a Galvão Costa num verdadeiro varejo para boleiros. Camisas do Grêmio - primeiro, segundo e terceiro uniformes -, Santa Cruz, e de times europeus ficaram penduradas em fios extendidos pelas árvores e eram vendidas por cerca de 30 reais cada.

Ourival Severo, 40 anos, trabalha numa empresa distribuidora de gás de cozinha, em Venâncio Aires. Esta é a sua ocupação diária. Porém, quando usa óculos escuros e veste a camisa do Grêmio - ou do Mazembe - Ourival vira o sósia de Renato Portaluppi. A semelhança é grande mesmo.

"Na praia o pessoal me confunde mais. No dia-a-dia não é muito", diz o sósia. "No fundo é divertido, ainda mais que eu sou gremista", completou.

O CARA É OU NÃO É IGUAL AO PORTALUPPI?

TALVEZ SÓ UM POUQUINHO MAIS REDONDINHO...

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