Muito forte; forte mesmo

Eu sou uma péssima bloggeira, eu sei. Já se passam quatro semanas desde que este blog foi atualizado. Para um bog, isso é quase um decreto de morte. Mas espero compreensão. Este último mês foi o mais intenso de todos os meses destes últimos sete semestres. Sem exageros!

Além das cinco disciplinas - quem incluem dois jornais Unicons, um projeto experimental entregue ontem, cuja banda é na quarta que vem e um documentário de rádio em fase de finalização -, mais aulas de inglês, mais projeto de pesquisa - cujas leituras tenho que colocar em dia ainda, se não a Fabi me chinga -, mais o trabalho no Gaz e, por último e nada menos importante, o Aprendiz na Copa - cujo último jogo antes da primeira eliminação acontece amanhã de manhã.

A propósito, em se tratando de papo de guria futebol clube, creio que futebol é o assunto que mais interessa quem lê este blog - se é quem leem, mas isso não faz muita diferença pra mim, gosto mesmo é de escreve (quando tenho tempo).

Assim, estou colocando os áudios dos dois últimos jogos da Seleção Brasileira, contra a retrancada Coreia do Norte e contra os elefantes da Costa do Marfim, com momentos em que executo narração, comentário, reportagem e plantão.

Explicando o título: eu já tenho um bordão. Ele nasceu da minha estreia como narradora, no jogo entre Grêmio e Atlético Mineiro. A defesa tava forte, muuuito forte. Forte mesmo. O pessoal riu da minha saída pela tangente, já que não me vinha mais nada para dizer. Então, adotei. Nos áudios abaixo deve ter, em algum momento, o meu bordão.



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