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Muito forte; forte mesmo

Eu sou uma péssima bloggeira, eu sei. Já se passam quatro semanas desde que este blog foi atualizado. Para um bog, isso é quase um decreto de morte. Mas espero compreensão. Este último mês foi o mais intenso de todos os meses destes últimos sete semestres. Sem exageros!

Além das cinco disciplinas - quem incluem dois jornais Unicons, um projeto experimental entregue ontem, cuja banda é na quarta que vem e um documentário de rádio em fase de finalização -, mais aulas de inglês, mais projeto de pesquisa - cujas leituras tenho que colocar em dia ainda, se não a Fabi me chinga -, mais o trabalho no Gaz e, por último e nada menos importante, o Aprendiz na Copa - cujo último jogo antes da primeira eliminação acontece amanhã de manhã.

A propósito, em se tratando de papo de guria futebol clube, creio que futebol é o assunto que mais interessa quem lê este blog - se é quem leem, mas isso não faz muita diferença pra mim, gosto mesmo é de escreve (quando tenho tempo).

Assim, estou colocando os áudios dos dois últimos jogos da Seleção Brasileira, contra a retrancada Coreia do Norte e contra os elefantes da Costa do Marfim, com momentos em que executo narração, comentário, reportagem e plantão.

Explicando o título: eu já tenho um bordão. Ele nasceu da minha estreia como narradora, no jogo entre Grêmio e Atlético Mineiro. A defesa tava forte, muuuito forte. Forte mesmo. O pessoal riu da minha saída pela tangente, já que não me vinha mais nada para dizer. Então, adotei. Nos áudios abaixo deve ter, em algum momento, o meu bordão.



A polêmica rosa

Desde ontem o Atlético-MG passou a ser alvo de polêmica. O motivo não é um uma briga entre torcedores e jogadores, nem dancinhas comemorativas de gols, muito menos relação de jogadores com o tráfico. O que vem gerando discórdia é muito mais brando, e por que não, meigo. É o novo uniforme de treino da equipe mineira.


Uniforme de treino rosa à direita. Fotos: Globo Esporte.

O rosa é tão clarinho que, para os desavisados, pode passar por branco. Mas o tom da vestimenta não amenizou a polêmica da coleção que foi assinada, pela primeira vez, pela Topper. O presidente do clube, Alexandre Kalil, vestido à carater durante a apresentação da coleção, de camisa e gravata rosa, justificou a escolha via twitter:

"Camisa rosa é pra quem pode! Pergunte sua mulher ou namorada se ela gostaria de te ver usando. Ela foi feita pra agradar nossas atleticanas."

Em Santa Cruz, a moda pink já se manifestou a mais tempo no futebol. A equipe Bar e Bola, que atua na série C do Campeonato de Futebol Society do Clube União/Copa Sicredi, veste a cor não nos treinos, e sim, nos jogos "oficiais".


A equipe santa-cruzense Bar e Bola no Clube União. Foto: do orkut do Fábio

Você vê algum problema em jogaadores de futebol usarem uniformes rosas? Comenta aí.

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