Celso Roth é demitido do Inter

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A informação é do amigo e boleiro Joel Haas:

Papo furado

Inaugurando uma nova seção no blog. Em Papo furado, vou comentar algumas daquelas notícias que a gente lê e pensa: NÃO PODE SER. No estilo "rapidinhas", porque papo furado nem tem muito o que comentar...



1. Filho de Beckham quer que irmã se chame Justine Bieber


Victoria e (o pitelaço do) David Bekcham estão esperando seu quarto filho. Fofíssimo. O problema, é que, se depender da vontade de Romeo, 8 anos, a irmã se chamará Justine Bieber. "Quando nós contamos que poderia ser mais um menino Romeo disse: ‘Que tal Justin Bieber?’. Agora que sabemos que será uma menina, ele disse: ‘Bom, que tal Justine Bieber Beckham?’", contou David em entrevista ao programa Jimmy Kimmel Live.

QUE FAMÍLIA, EIN? MESMO COM O NOME DE JUSTINE BIEBER, COM CERTEZA A GURIA VAI SER LINDA
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2. Troca de gordos no Corinthians

“Gordo por gordo”. É assim que o jornal argentino Olé (por sinal, um jornal diferenciado que eu sempre gosto de ler quando posso) definiu a chegada de Adriano (ex-Imperador) ao Corinthians. Na reportagem, o ex-jogador da Roma chega para substituir o também gordo Ronaldo, que se aposentou do futebol após a desclassificação do Timão na Libertadores.

ALGUÉM ARRISCA DIZER QUEM TÁ MAIS GORDO?
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3. Rogério Ceni marca ceu centésimo gol contra o Corinthians

A notícia não é nova, mas vale o registro. Que centenário que o corinthianos estão tendo, ein? Se bem que depois da eliminação pelo Tolima na pré-libertadores, nada mais é tão (des)comemorativo.

CRÉDITO: KIBE LOCO (http://kibeloco.com.br)

Ozzy + Gigantinho + Grêmio

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As palavras do título parecem não fazer sentido juntas. Mas não é que um dos maiores nomes do heavy metal mundial (estilo musical que eu não curto nem um pouco), OZZY Osbourn, surpreendeu a galera no show de ontem à noite em Porto Alegre?

É aí que entram as duas segundas palavras. Ozzy fez show no GIGANTINHO, ginásio que pertence ao Inter, e se abraçou a uma bandeira do GRÊMIO. O que ainda eleva a ira colorada, é que o marketing do Inter havia feito duas camisetas personalizadas para o rockeiro. Nem sei se chegaram a entregá-las ou não. Nem importa. É só olhar a foto abaixo.

Cara, vou repensar se eu não gosto de heavy metal.

E estou curiosa pra saber o que o gremista Pedro Garcia e o gremistíssimo Jansle Appel Jr, que foram ao show, acharam e ouviram ontem à noite.

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Esse vídeo, feito por um fã e provavelmente gremista, mostra o momento exato em que Ozzy se veste com o manto tricolor.

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 NÃO PERCA ESSA!

Após assistir ao vídeo acima, em que OZZY pega a bandeira do GRÊMIO DO CHÃO e veste ela como uma capa, veja o vídeo abaixo em que o mesmo OZZY recebe a bandeira do INTER NAS MÃOS e joga ela AO CHÃO.



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Fale o que quiser. É a torcida mais linda do mundo. E "Pingos de amor" é uma das minhas músicas preferidas dentro do Olímpico. É um espetáculo visual.

História do jornalismo esportivo, ahn? Onde?

Alguém já tentou pesquisar sobre a história do jornalismo esportivo? Ou algum livro realmente científico sobre o tema? Sim, há muita informação disponível, principalmente livros-reportagem contando histórias e bastidores ligados à área que enriquecem - e muito - o trabalho de jovens repórteres.

No entanto, no desenvolvimento de um levantamento bibliográfico, me faltou embasamento. Vou te dizer que encontrei apenas um livro realmente científico. "A história do Lance!", de Maurício Stycer. Por mais focado no jornal, a parte introdutória da obra é muito rica. Tem também o livro do PVC, "Jornalismo esportivo", que tem bastante informação, mas perde quando a subjetividade se confunde com os fatos.

Mas por que os livros científicos e teóricos da área são raros? Cheguei a uma conclusão pouco científica pra essa constatação, baseada apenas no meu achismo sobre a coisa. A editoria de esportes é movida pela paixão e encarada por muitos como entretenimento. Quem trabalha com jornalismo esportivo está mais preocupado em dar o resultado do jogo e criticar fulano de tal do que estudar o universo que abrange essa área. As pessoas não se importam em entender o que estão fazendo, por que e como poderia ser melhor. Não. Elas simplesmente fazem.

E isso é comum no mercado. Não me excluo disso. Quando começamos a trabalhar - e eu ainda não incursionei no jornalismo esportivo, faço de tudo um pouco menos esportes no Gaz -, nos empolgamos com as pautas, em cumprir as metas do dia e esquecemos de pensar o que estamos fazendo.

Bom, esse texto é mais um desabafo - porque penei em escrever o primeiro capítulo da minha monografia, que inclui o histórico do jornalismo esportivo no Brasil - mas é também uma justificativa pra minha pesquisa. No fim das contas, perceber que estou estudando é pouco estudado (com o perdão da redundância) transforma o meu estudo em algo singular, original, único. E isso é bom. Dá pra dizer que tenho um pênalti a meu favor antes mesmo do apito inicial do juiz. 



DICA DE LIVROS:

 
STYCER, Maurício. A história do Lance!, de Mauricio Stycer, São paulo: Alameda Editorial, 2009. 320 p 


 
COELHO, Paulo Vinícius. Jornalismo esportivo. São Paulo: Contexto, 2004.

Monografando sobre jornalismo esportivo

Na última semana, pessoas com vínculos diferentes citaram o Papo de Guria FC por motivos diversos. Opa, peraí. Será que tá na hora de retomar minha função de blogueira? Mas eu não tenho tempo! (sim, essa é uma discussão que já fiz diversas vezes comigo mesma). Tá, mas tu não tá fazendo uma monografia sobre jornalismo esportivo? Sim, estou - responde o lado que insiste em deixar o blog pra depois. Então porque tu não utiliza desse teu estudo pra atualizar o blog? BINGO!

Então, cá estou. Monografando (adoro esse verbo inexistente) e blogando sobre o que venho estudando nas manhãs extra-Portal Gaz e na noite extra-aula. Pra que entendam um pouco, o tema básico da minha dissertação de final de curso é: como se dá a utilização de recursos literários pelo jornalismo esportivo. Como objeto de estudo, as reportagens do David Coimbra publicadas no Jornal da Copa, de Zero Hora, em 2010. Nas próximas postagens eu explico melhor.

Só preciso deixar uma coisa clara, caros leitores (imaginários, eu sei), o blog é mais extra do que qualquer coisa. Entendam, por mais que tenham publicidades do Google Adsense espalhados pelo Papo de Guria FC, ele não dá dinheiro (em parte porque vocês não clicam nos anúncios). Preciso pagar os chopes do finde e me formar no dia 20 de agosto antes de qualquer coisa, ok?

Mas sintam-se convidados a passar por aqui quando quiserem. Prometo me esforçar pra postar. E fique à vontade para comentar o que bem entender também. Com certeza será um papo muito mais legal se mais de uma pessoa falar ;P

#VaiNessa: Futebol nao é futebol em todo lugar


*Texto feito originalmente para o Blog do Q?

Começando pelo nome, o jogo de equipe mais popular do mundo não é igual em todo lugar. Soccer (em inglês), fuβball (alemão), zúqiú (chinês), fodbold (dinamarquês), fútbol (espanhol), football (francês), calcio (italiano) e sakkā (japonês), são alguns exemplos. Em Portugal, entretanto, o nome é igual: futebol. Mas e daí? Nem por isso é igual, as gírias futebolísticas não são as mesmas.

Comprei o jornal português A Bola e comecei a ler as notícias sentada em um café no centro de Abrantes. Eis que algumas coisas começaram a não fazer sentido. Chamei o meu amigo abrantino Mike e disparei perguntas. Foi então que descobri as inúmeras diferenças embora o idioma seja o mesmo.

Demos boas risadas um do outro comentando as expressões usadas entre as quatro linhadas do campo - opa! mas campo não é campo pra eles, é "relvado" - nos dois países.

Então, preparei uma listinha com o que achei de mais interessante. Do lado esquerdo, a palavra em português do Brasil, no direito, a de Portugal.

Nomes das posições:
Goleiro = guarda-redes
Zagueiro = defesa central
Lateral = defesa-lateral
Volante = trinco
Meia = médio ou centrocampista
Alas = alas, médio-ala, extremo
Centroavante = avançado centro

Palavras e expressões futebolísticas:

Canhoto = esquerdino
Gol = golo
Temporada = época
Equipe = equipa
Uniforme = equipamento
Bandeirinha = fiscal de linha
Reserva = suplente
Arquibancada = bancada
Vestiário = balneário
Escanteio = canto
Tiro de meta = livre direto
Impedimento = fora de jogo
Embaixadinha = toques
Janelinha/caneta = cueca

Aproveito pra comentar que os principais times de Portugal são o Benfica (sede em Lisboa), o Sporting (Lisboa) e o Porto (Porto). Durante a minha estadia no país, só consegui visitar um dos estádios, que foi o Estádio da Luz, do Benfica, também conhecido como A Catedral.

A passos de formiga

O Grêmio só não tá mais parado que o Papo de Guria Futebol Clube (que foi atualizado pela última vez há quase um mês). Mas, a passos de formiga, ambos vão tomando seus rumos.

Meu amado Tricolor conseguiu vencer o Atlético Goianiense por 2 a 0 - poderia ter sido de mais se o Jonas fosse um pouquinho mais efetivo, mas são só detalhes - e se distancia do Z-4. UFA! Eu estava realmente ficando apreensiva, ainda mais de ver - acreditem, pela primeira - A Batalha dos Aflitos com os Mosqueteiros há poucos dias. Oito pontos em 12 disputados? É talvez a gente conquiste uma vaga na Sul Americana... Mas estou até me contentando com isto depois de avistar a Série B... XÔ ZICA! 

Bom, e quanto ao blog, este deve conquistar ainda menos postagens a medida que o semestre avança. Não estou afim de narrar minha luta contra as 24 horas que passam rápido de mais todos os dias. Acreditem, não tem nada de interessante nisso.

Vou ficando por aqui... talvez em breve eu volte com uma notícia bem boa. Por enquanto, são apenas especulações e muita, muuuuita vontade de que aconteça.

Um texto que faz sentido

Recorte da capa do livro
Em meio às explicações sobre a essência da moral - textos da disciplina de Ética, do professor-gás Hélio, num momento de distração, olhei pra cima e avistei "O time dos sonhos". Resgatei o presente dado pelo Predo (sem erro de digitação), um dos "meus" mosqueteiros, da estante de livros e fiz algumas leituras. Não ao acaso.

A primeira delas, que tenho certeza ser a melhor, mesmo não ter finalizado o exemplar de cabo a rabo, é a contracapa. Não sei o nome da crônica, onde foi publicada, nem quando, porque não há referência. Mas não importa. Para além do primor e do encaixe perfeito das palavras de Luis Fernando Veríssimo, a verdade incondicional e irrefutável do futebol. A explicação perfeita para aqueles que não entendem o amor futebolístico e, principalmente, pelos clubes de futebol - uma dessas pessoas, o Predo.

Se tu não tem um amigo como o meu, que dá um presente até mesmo sem concordar ideologicamente com ele, por assim dizer, eu reproduzo o texto que mais fez sentido pra mim nos últimos tempos - porque o Grêmio tem me deixado pesarosa. Talvez melhore com a chegada do Renato Gaúcho-que-devo-chamar-de-Portuppi, pois aqui no Sul não tem significado chamá-lo de Gaúcho, conforme o Joelzinho, o segundo mosqueteiro, e o Nicolas Não-comeu-pizza-Fraga. E também dos dois novos "sons", o Gilson e o Vilson - porque já havia o Adilson, o Edilson, o Maylson, o Bergson e o Roberson. E com o Inter prestes a nos igualar com o bi da Libertadores... Pois, melhor deixar o Veríssimo falar.


“Só o futebol permite que você sinta aos 60 anos exatamente o que sentia aos 6. Todas as outras paixões infantis ou ficam sérias ou desaparecem, mas não há uma maneira adulta de ser apaixonado por futebol. Adulto seria largar a paixão e deixar para trás essas criancices: a devoção a um clube e às suas cores como se fosse a nossa outra nação, desconsolo ou a fúria assassina quando o time perde, a exultação guerreira com a vitória. Você pode racionalizar a paixão, e fazer teses sobre a bola, e observações sociológicas sobre a massa ou poesia sobre o passe, mas é sempre fingimento. É só camuflagem. Dentro do mais teórico e distante analista e do mais engravatado cartola aproveitador existe um guri pulando na arquibancada.” 

Ganhei o bolão e um baita plus no currículo

Eu e o Paul acertamos que a Fúria ganharia a Copa do Mundo 2010. A diferença é que perguntaram pro polvo dias antes da final. Enquanto eu chutei a Espanha um dia antes do Mundial começar. Eu e mais quatro jornalistas da Gazeta, assim, o prêmio de R$ 300 foi dividido. Mas tá bem bom.

Afinal, quando contei em quem havia apostado, lá no começo da Copa, ninguém me deu moral. O Messi continuava a ser apontado como craque, o Felipe Melo ainda não havia levado vermelho, a Alemanha somava cada vez mais gols e a Holanda era apenas uma zebra. Mas os resultados não foram como a maioria previa. Eu e o Paul fomos apenas uma marola (não fomos com a maré, entendeu a piadinha sem graça, né?) e nos demos bem.

O polvo tá se aposentando com 100% de aproveitamento e tá valendo uma bolada. Enquanto euzinha, saio da Copa da África, além de com R$ 50 a mais no bolso (já que o investimento foi de R$ 10), como ex-aprendiz e uma baita experiência no currículo. Hoje à noite vamos jantar no Quiosque, eu, os outros nove aprendizes, professores da Unisc e colegas da Rádio Gazeta, e saberemos quem será o grande campeão da disputa paralela. Mesmo sabendo que não serei campeã, pois sai na semi-final, já me considero uma.

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